Quinta-feira, 17 de Julho de 2008

Revelações

Havia um senhor que era bombeiro

Passou por uma rua e viu um pedreiro.

Havia uma formiga                                  

Que lhe chamavam D. Amiga.

 

Havia um senhor que era pintor,       

Era castelhano

E tocava piano.

Havia um senhor que tinha mil

E disse que nasceu em Abril.

Havia um senhor que tinha muita paciência,

Deram-lhe uma chapada e disseram

Mas que grande resistência!

Havia um senhor que tinha um grande coração,

Chamaram-no para uma reunião

E ele ficou logo com aflição.

Havia um senhor que comprou uma serpente     

Mas sem querer partiu-lhe o dente.

Havia um senhor que tinha um vizinho,

Era tão preguiçoso que não saia do caminho.

Havia um senhor que foi ao barbeiro

Logo de seguida encontrou o carteiro.

Havia um senhor que tinha uma carripana

E inventou que era americana.

 

                        Danu, Luís e Rodrigo, 6º D

 

Era uma vez um lavrador rico mas avarento, que tinha um caseiro humilde e muito honesto. O caseiro ia a casa do patrão prestar contas, e este convidava-o sempre para comer. No entanto, oferecia-lhe um queijo inteiro. E assim o caseiro, como não se atrevia a cortá-lo acabava por ir embora sem comer.

Era o que o patrão queria. Mas um dia, o filho do caseiro foi a casa do lavrador, em vez do pai, prestar contas que recomendou-lhe para não cortar o queijo. Mas ele não seguiu o conselho do pai. Quando o lavrador viu-se sem o queijo disse:

- Então você comeu-me o queijo todo!

- E se comi. Ufa, estou de papo cheio!

E lá foi o filho do caseiro de papo cheio, feliz a assobiar de regresso a casa.

- Então, filho fizeste o que te recomendei?

- Se fiz!

- Assim é que é! A educação que te dei serviu para alguma coisa.

Passados uns tempos, o caseiro foi novamente prestar contas com o lavrador. Chegou lá e viu um belo bolo de chocolate ainda inteiro.

- Coma, esteja à vontade!

- Não, não! Eu sou um homem educado.

- Ora boa! Você é … o seu filho não.

O caseiro não percebeu o que o lavrador disse… Terminada a conversa o caseiro foi embora.

Passado outro tempo, o filho do caseiro foi de novo a casa do lavrador. E lá estava outro bolo acabadinho de sair do forno. E o lavrador disse-lhe:

-          Coma!

-          Ai pois como! Como e levo para casa.

Pegou numa fatia, noutra fatia até que

comeu quase o bolo todo.                                             

            - Então e essas fatias?

            - Estas? Uma é para mim e a outra para o meu pai.

            - E a outra? A mais pequena?

            - Veja como sou educado … Esta é para si!

Admirado com a resposta do filho do caseiro, o lavrador nunca mais colocou nenhuma comida por encetar na mesa.

                                                                                                                   Carolina Nunes, 7º B

publicado por Fernanda Maia às 15:34
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