Terça-feira, 15 de Julho de 2008

vencedores de Novembro

 

 

 

Era uma vez um professor

Na aula a ensinar

Ensinar, ensinar, não ensinava

Sempre a falar

Os alunos a bocejar.

Era uma vez um preguiçoso

Em seu quarto a preguiçar,

Preguiçar, preguiçar, não preguiçava

Sempre, sempre a sonhar

Os pais a ralhar

E também a castigar.

 

Era uma vez um segurança

No trabalho a vigiar

Vigiar, vigiar, não vigiava

Sempre, sempre a dormitar

E o patrão a ralhar.

 

Era uma vez um cientista

No laboratório a estudar

Estudar, estudar, não estudava

Sempre, sempre a inventar

Invenções a criar.

 

Dilsa; Jessica; Laura; Nicolas e

Teresa, 6º E

 

 

 

 

 

Era uma vez um gato chamado Tareco e que vivia numa grande casa com os seus donos.

            Certo dia, enquanto passeava pelo campo, Tareco perdeu-se.

            - Onde estou eu? – perguntou ele.

            Começou a chover e Tareco abrigou-se numa pequena gruta.

            - Quem está aí? – perguntou uma ratinha.     - Olá! Eu sou o Tareco. Como é que te chamas? – questionou ele.

            - Não me comas, por favor, eu tenho cinco filhinhos para criar! – pediu apavoradamente a ratinha.

            - Tem calma, eu não te vou comer! – respondeu o Tareco.

            - Eu acredito em ti! Eu chamo-me Tina e esta é a minha casa. Estes são os meus filhinhos, o Tom, a Siza, o Área e os gémeos Sona e Sono.

            - Prazer em conhecer-vos! Eu perdi-me e agora não sei onde estou…- disse o gato.

            - Tem calma. Nós ajudámos-te, mas vais ter de esperar dois dias pois, até lá, vai fazer um grande temporal. Vem juntar-te a nós à lareira. explicou Tina. - E lá foi Tareco aquecer-se junto dos ratinhos.

            No dia seguinte, quando Tareco acordou, tinha um grande banquete à sua espera, logo que o acabou de comer, foi brincar com os ratinhos. E assim foi até ao dia em que parou de chover.

            Logo de manhã, todos acordaram e tomaram o pequeno-almoço, a seguir prepararam-

-se e partiram em busca da casa do Tareco. Passaram por grandes rios, animais perigosos e montanhas, até que chegaram à cidade.

            - Oh, não! – exclamou Tareco.

            - O que se passa? – perguntou Tina.

            - Viemos parar ao lado oposto da cidade, eu bem me parecia que não tinha passado por aquelas montanhas, nem por aquele rio. – respondeu o gato.

Os animais foram correndo risco de vida, pois podiam ser atropelados ou pisados, no caso dos ratinhos.

Passados dois dias de cansaço e de fome, chegaram finalmente ao destino, Tareco ficou muito contente.

- Obrigado, foram muito corajosos e amigos por me terem acompanhado nesta viagem. – agradeceu Tareco.

- Ora essa, nós adoramos aventuras, não é queridos? – disse Tina.

- Sim!!!! – responderam em coro os ratinhos.

Despediram-se e Tareco prometeu ir visitá-los mais vezes.

E foi assim a aventura destes pequenos animais.

                                                                            Catarina Polz, 7ºB

 

publicado por Fernanda Maia às 10:33
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